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“Em Sonho de Uma Noite de Verão – comédia de William Shakespeare – Helena diz ao seu amado Demétrius: - Encontrei Demétrius como se fosse uma jóia/Minha, mas também não minha..."
“Quando somos jovens, nos agarramos firmemente ao amor, na esperança de que ele dure para sempre. As pessoas vêm e vão, mas o amor permanece, se ele está dentro de você. As pessoas costumam dizer: “Mas fiquei tão magoado, como poderei acreditar nisso novamente?” ...A fé no Amor não significa ter fé na personalidade de alguém; quer dizer ter fé na natureza imutável do próprio Amor. Ter fé no Amor não é acreditar na outra pessoa; em última análise, é ter fé em nós mesmos. Em nossa capacidade de discernimento e em nossa capacidade de perdoar. Em nossa capacidade de amar ardentemente, mas com a completa consciência de que o objeto do nosso amor hoje pode ter partido amanhã.
O verdadeiro Amor é um risco. Mas o Universo tem os poderes de nos dar aquilo que desejamos e de nos ensinar a amar.
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Fomos trazidos às outras pessoas numa missão divina, o espírito trabalhando na mente subconsciente, levando-nos até as pessoas com as quais teremos as melhores oportunidades para nosso crescimento espiritual. Isso não quer dizer que as lições serão sempre as mais fáceis. Na verdade, alguma delas foram apresentadas para que compreendêssemos a lição do discernimento – em outras palavras, para nos ensinar o que devemos fazer: distinguir, diferenciar, avaliar...e, se for o caso, dar meia-volta e escolher outros caminhos”
Estas são palavras de Marianne Williamson em seu livro “A Idade dos Milagres”.
Eu já tinha lido a algum tempo, mas resolvi abrir novamente e folhear algumas páginas. E para minha surpresa, estas foram exatamente as palavras que eu precisava ouvir.
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