domingo, 11 de dezembro de 2011

Deixando Partir



Podemos começar limpando nossas vidas, afetuosamente eliminando quaisquer hábitos fora de moda e enraizadas formas pensamento na ilusão da separação e negação. Caminhem até os seus armários, literal e figuradamente, desprendendo qualquer coisa que não mais encontre eco com a mais alta verdade de seu Ser.

Simplificando tudo, para assim vibrar de acordo com voce, deixando espaço para a introdução do Novo. Libertem-se de quaisquer atividades desnecessárias. Conscientemente completem qualquer assunto inacabado, quaisquer relações por resolver, qualquer coisa que mantenha voces menores do que na realidade são.

Esclareçam quaisquer medos que vocês possam ter a respeito da questão do poder. Todos nós temos usado incorretamente o poder em um tempo ou outro. Era simplesmente parte da experiência da terceira dimensão. Ponha de lado sua culpa e perdoe-se por prévias transgressões. Assim que voces se lembrarem de quem são e começarem a ancorar seu Eu Superior em seu corpo físico, seu ego tornará menor e menor. Sua vasta Personalidade Estelar contendo ilimitadas quantias de amor e sabedoria começará a se mostrar através de seus olhos, refletindo através de sua mente, etc - assim transformando tudo! Então por favor, consigam coragem para revelar seus poderosos Eus!

Por Solara em 11:11 A ABERTURA DOS PORTAIS
Editora Madras

domingo, 18 de setembro de 2011

METATRON DIRIGE-SE ÀS NAÇÕES UNIDAS


"Se vocês abrissem as cortinas da sua História oculta, saberiam que a maioria dos conflitos de guerra do seu planeta não acontece por casualidade, mas é estrategicamente escolhida. Não existem inimigos contra os quais é preciso se defender, mas estratégias para encher contas bancárias e aumentar o alcance do poder."

Canalização de Metraton
A NAÇÃO DA HUMANIDADE
Cidade de Nova York, 19 de agosto de 2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Alquimia

Alquimia é a arte de curar o espírito.
Curar é dar ao espírito a consciência.


JOEL ALEIXO - Escola de Alquimia

domingo, 3 de julho de 2011

Consciência sem limites

A pesquisa da mente atinge o ponto onde a ciência encontra a espiritualidade
Por José Tadeu Arantes


Portal dos Anjos e das Estrlas de Avalon



Quando se fala em pesquisa da consciência, o primeiro nome a ser lembrado é o de Stanislav Grof. Nenhum cientista tem feito mais na área do que esse psiquiatra checo radicado nos Estados Unidos (leia o artigo "Nas fronteiras da consciência", em GLOBO CIÊNCIA nº 32). Ao longo de quatro décadas de investigações sistemáticas, ele acompanhou dezenas de milhares de indivíduos, de diferentes meios culturais e crenças, que tiveram acesso ao que chamou de "estados inusuais de consciência". "As experiências psíquicas vividas nessas condições desafiam a visão de mundo materialista e compõem um quadro que coincide com os ensinamentos das antigas tradições espirituais", declarou Grof a Galileu. Ele próprio apresentou esse quadro numa série de livros, especialmente em O Jogo Cósmico, recém-lançado no Brasil.

Segundo o pesquisador, a psique atua de dois modos diametralmente opostos. Recorrendo a uma analogia simplista, mas útil para a compreensão do fenômeno, pode-se dizer que ela possui um dispositivo interno que funciona de modo semelhante a um interruptor de corrente elétrica. Quando giramos a chave para um lado, a consciência se restringe, tornando-se focalizada, analítica, atenta aos detalhes. Essa é a posição com a qual operamos usualmente em nosso dia-a-dia. Ela nos leva a ver a realidade como um conjunto de eventos, que ocorrem no espaço tridimensional e se sucedem num tempo linear. E, por exemplo, nos permite atravessar uma rua movimentada sem sermos atropelados e calcular, com alguma chance de sucesso, o entra-e-sai de dinheiro em nossa conta bancária. Grof a chama de hilotrópica, palavra derivada dos termos gregos hyle (matéria) e trepein (mover-se em direção a).

Até aqui, nenhuma novidade. Quando giramos a chave para o outro lado, porém, a situação se altera de maneira radical. A consciência liberta-se das amarras do espaço-tempo, da identificação restritiva com o corpo físico e o ego racional e expande-se indefinidamente. Caem as barreiras entre o "eu" e o "outro", entre o "aqui" e o "ali", entre o "antes" e o "depois". A consciência passa a englobar domínios cada vez mais amplos da realidade. No limite, ela abarca toda a criação e pode até mesmo identificar-se com o Criador. Esse é o estado no qual surgem as grandes inspirações artísticas, científicas e filosóficas, a iluminação mística e os dons proféticos. Grof o chama de holotrópico, do grego holos (todo) e trepein (mover-se em direção a).

Ursos poderosos

Parece fantástico. Mas, como demonstrou de maneira exaustiva a pesquisa de Grof, os estados holotrópicos, ou inusuais, são potencialmente acessíveis a todo ser humano. Eles hibernam como ursos poderosos nas cavernas da psique. E tendem a despertar pelos mais variados motivos. Podem irromper fugaz e espontaneamente em meio às atividades cotidianas, provocados pela visão de um céu estrelado, pela audição de um concerto de Bach ou pela leitura de um verso de William Blake, por exemplo. Podem ser metodicamente preparados, desencadeados e estabilizados por meio de rigorosas disciplinas espirituais, como as iogas indianas. Podem ser temporariamente induzidos por substâncias psicoativas e técnicas de forte impacto, como a "respiração holotrópica", desenvolvida por Grof e sua mulher Christina (leia quadro).

Qual é a visão de realidade oferecida pelos estados holotrópicos?
Para começar, o universo material deixa de ser visto como uma coleção de objetos separados, relacionados uns com os outros por meio de forças externas e cegas. Ele passa a ser percebido, ao contrário, como uma totalidade inseparável e orgânica. "Nosso universo, que parece englobar um número incontável de entidades e elementos diferentes, apresenta-se, então, como um único ser, de imensas proporções e complexidade inimaginável", explica Grof. Igual a um tapete contínuo, é impossível puxar uma de suas pontas sem balançar todas as demais. E não se trata de um tapete comum, mas do famoso tapete mágico dos contos de As Mil e Uma Noites, pois a percepção que se tem do universo é a de um ser vivo, impregnado de consciência em todos os seus níveis.

Grof e seus colaboradores recolheram centenas de relatos de indivíduos que, em estado holotrópico, sentiram-se identificados com animais, vegetais ou minerais. Todos esses entes, inclusive aqueles supostamente inanimados, pareciam-lhes dotados de consciência, que adquiria, em cada caso, um matiz específico. Tais experiências poderiam ser rotuladas como meras fantasias ou alucinações, não fosse pelo fato de que esses episódios proporcionaram, às pessoas envolvidas, informações detalhadas - e previamente desconhecidas - sobre os entes com os quais haviam sintonizado. A identificação consciente com plantas, por exemplo, traduziu-se em vislumbres surpreendentemente precisos de processos botânicos, como germinação de sementes, trânsito de água e minerai
s nas raízes, fotossíntese e polinização.

A Teoria do Centésimo Macaco

O livro Lifetide: The Biology of de Unconscious de Lyall Watson,trata de um projeto de pesquisa científica de 30 anos sobre o macaco japonês Macaca fuscata. A ilha de Koshima, no Japão, tem uma colônia selvagem, e os cientístas forneciam aos macacos batatas doces atiradas na areia. Os macacos gostavam das batatas doces, mas não da areia. Uma fêmea de 18 meses de idade a quem chamaram de Imo descobriu que poderia resolver o problema lavando as batatas.

Ela ensinou o truque para a mãe. As suas colegas também aprenderam esse novo procedimento e também ensinaram às mães. Em pouco tempo, todos os macacos jovens lavavam as suas batatas doces, mas apenas os adultos que imitavam os filhos aprenderam esse comportamento. Esses cientistas registraram esse comportamento entre 1952 e 1958.

Então, de repente, quase no fim do ano de 1958, alguns macacos que agiam dessa maneira na ilha de Koshima atingiram uma massa crítica, que o Dr. Watson arbitrariamente calculou em cem, e pronto! - quase todos os macacos da ilha começaram a lavar suas batatas sem interferência nenhuma.

Se aquilo tivesse acontecido apenas naquela ilha, eles provavelmente teriam imaginado que havia algum tipo de comunicação e procurariam compreendê-lo. Mas simultaneamente os macacos das ilhas vizinhas também começaram a lavar as batatas. Não havia um meio possível de aqueles macacos terem se comunicado de alguma maneira que conhecemos. Foi a primeira vez na vida que os cientistas observaram algo parecido. Eles postularam que devia existir algum tipo de estrutura ou campo morfogenético que se estendia por todas as ilhas e pelo qual os macacos seriam capazes de se comunicar.

Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie.

Essa pesquisa ilustra uma das mais ousadas e instigantes idéias científicas da atualidade: a hipótese dos "campos mórficos", proposta pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake, autor do livro A New Science of Life (Uma nova ciência da vida). Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.

Átomos, moléculas, cristais, organelas, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, sistemas solares, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico. São eles que fazem com que um sistema seja um sistema, isto é, uma totalidade articulada e não um mero ajuntamento de partes.

É isso que nos mostra o exemplo dos macacos. Nele, o conhecimento adquirido por um conjunto de indivíduos agrega-se ao patrimônio coletivo, provocando um acréscimo de consciência que passa a ser compartilhado por toda a espécie.

O processo responsável por essa coletivização da informação foi batizado por Sheldrake com o nome de "ressonância mórfica". Por meio dela, as informações se propagam no interior do campo mórfico, alimentando uma espécie de memória coletiva.

"A ressonância mórfica tende a reforçar qualquer padrão repetitivo, seja ele bom ou mau", afirmou Sheldrake a Galileu. "Por isso, cada um de nós é mais responsável do que imagina. Pois nossas ações podem influenciar os outros e serem repetidas".

Trecho extraído do livro "O Antigo Segredo da Flor da Vida" de Drunvalo Melquizedeck, e Revista Galileu nº 91

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E tudo fluiu...

Final de 2010.
Eu estava cansada, muito cansada.
Foi um ano muito dificil, como também tinha sido 2009.
Meu coração pedia mudanças, algumas eu já tinha em mente, outras foram surgindo a cada dia na forma de insigthis.
Tomei coragem e tomei decisões.
Mas o que eu nunca imaginei é que a partir das minhas escolhas e tomada de decisão, eu teria um arranjo maior do universo para que tudo se colocasse em seus devidos lugares, para que eu pudesse alçar o meu vôo.
E 2011 começou, não necessariamente janeiro, mas fevereiro, da forma mais organizada possível.
E tudo começou a fluir.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

RETROSPECTO DE 2010

"Mergulhem naquelas coisas que são multidimensionais. Confiem que o invisível que vocês chamam de fé os levará a lugares que são cheios de manifestação para as suas vidas pessoais. Tenham paciência e esperem a sincronicidade que ainda não podem imaginar. Vocês querem controlá-la, mas não podem, e as coisas que vocês não podem controlar, lhes dão ansiedade. Assim tenham paz com aquelas coisas que vocês não podem controlar e compreendam que o sistema do Espírito é elegante, e somente tem vocês em mente."

Parte da mensagem de Kryon "RETROSPECTO DE 2010" canalizada por Lee Carroll
11 de Dezembro de 2010, em Dallas, Texas

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Método Melchizedek


O Método Melchizedek

por Alessander Luigi Palma,
facilitador autorizado

O verdadeiro bem-estar físico, emocional, mental e espiritual depende da freqüência vibracional em que cada pessoa se sintoniza. O Método Melchizedek é um conjunto de técnicas reveladas pela Hierarquia Espiritual, que se destina à cura, ao equilíbrio, à harmonia e ascensão, através da ativação do corpo de luz, ou seja, do Eu Verdadeiro ou Adam Kadmon. A utilização destas técnicas promove a conexão com os Mestres Ascensionados e com a Presença EU SOU, manifestando uma altíssima elevação das vibrações pessoais, um verdadeiro salto quântico.

Esta ativação se dá com o uso da geometria sagrada da Flor da Vida, um símbolo conhecido desde o Antigo Egito como a representação do padrão gerador de Amor e Ordem do Universo. O Método Melchizedek apresenta a Flor da Vida sob uma ótica renovada, em um padrão tridimensional e holográfico, ativada através da energia do amor incondicional.

Com as diversas meditações e práticas do Método Melchizedek, é possível acessar as chaves interiores que acionam os ajustes necessários do campo eletromagnético – a aura. Ocorre então o retorno ao estado pré-ordenado e natural de equilíbrio, saúde, harmonia e sintonia com os níveis superiores de nosso Eu, conhecidos como o Eu Superior e a Presença EU SOU.

O Método Melchizedek foi devolvido à consciência humana através de Alton Kamadon, um canal escolhido pelo Grande Mestre Thoth para revelar à humanidade estes conhecimentos ancestrais há muito esquecidos pelos homens.

Fonte: http://www.alessander.com.br

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A flor da honestidade


Conta-se que, por volta do ano 250 a.C., na China Antiga, um príncipe da região norte do país estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.

Sabendo disso, ele resolveu fazer uma disputa entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula:

Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça. Eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

E a filha respondeu: Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar, ao menos alguns momentos, perto do príncipe. Isto já me torna feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções.

Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:

Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valoriza muito a especialidade de cultivar algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc...

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse, na mesma extensão do seu amor, ela não precisaria se preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.

Dia após dia, ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.

Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação, a moça comunicou à sua mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.

Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.

As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu:

Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz:a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

* * *

A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Poesia de um aluno da APAE

Esse poema foi escrito por um aluno da APAE, chamado, pela sociedade,
de excepcional. Excepcional é a sua sensibilidade! Ele tem 28 anos,
com idade mental de 15.

Ilusões do Amanhã

'Por que eu vivo procurando um motivo de viver,
Se a vida às vezes parece de mim esquecer?
Procuro em todas, mas todas não são você.
Eu quero apenas viver, se não for para mim que seja pra você.
Mas às vezes você parece me ignorar, sem nem ao menos me olhar,
Me machucando pra valer.
Atrás dos meus sonhos eu vou correr.
Eu vou me achar, pra mais tarde em você me perder.
Se a vida dá presente pra cada um,
o meu, cadê?
Será que esse mundo tem jeito?
Esse mundo cheio de preconceito.
Quando estou só, preso na minha solidão,
Juntando pedaços de mim que caíam ao chão,
Juro que às vezes nem ao menos sei, quem sou.
Talvez eu seja um tolo,
Que acredita num sonho.
Na procura de te esquecer,
Eu fiz brotar a flor.
Para carregar junto ao peito,
E crer que esse mundo ainda tem jeito.
E como príncipe sonhador...
Sou um tolo que acredita, ainda, no amor..'

PRÍNCIPE POETA (Alexandre Lemos - APAE)


Nota:
Peço que divulguem para prestigiá-lo.
Se uma pessoa que encontra as barreiras que ele encontra acredita
tanto no amor, por que a maioria das que se dizem 'normais' procuram,
ao contrário, negar sua existência?


sábado, 1 de janeiro de 2011

Oração para o começo do ano

Senhor, dono do tempo e da eternidade,
teu é o hoje e o amanhã, o passado e o futuro.
Ao acabar mais um ano,
quero te agradecer por tudo aquilo que recebi de Ti.

Agradeço pela vida e pelo amor, pelas flores,
pelo ar e pelo sol, pela alegria e pela dor,
pelo que é possível e pelo que não foi.

Ofereço-te tudo o que fiz neste ano,
o trabalho que pude realizar,

as coisas que passaram pelas minhas mãos
e o que com elas pude construir.

Apresento-te as pessoas
que ao longo destes meses amei,
as amizades novas e os antigos amores,
os que estão perto de mim
e os que estão mais longe,
os que me deram sua mão
e aqueles que pude ajudar,
os com quem compartilhei
a vida, o trabalho, a dor e a alegria.

Mas também, Senhor,
hoje quero Te pedir perdão.

Perdão pelo tempo perdido,
pelo dinheiro mal gasto,
pela palavra inútil
e o amor desperdiçado.

Perdão pelas obras vazias
e pelo trabalho mal feito,
perdão por viver sem entusiasmo.

Também pela oração
que aos poucos fui adiando
e que agora venho apresentar-te,
por todos meus descuidos e silêncios,
novamente te peço perdão.

Estamos começando um novo ano.
Paro a minha vida diante do novo calendário
que ainda não se iniciou
e Te apresento estes dias,
que somente Tu sabes se chegarei a vivê-los.
Hoje, Te peço para mim, meus parentes e amigos,
a paz e a alegria,
a fortaleza e a prudência,
a lucidez e a sabedoria.

Quero viver cada dia com otimismo e bondade,
levando a toda parte um coração
cheio de compreensão e paz.

Fecha meus ouvidos a toda falsidade
e meus lábios a palavras mentirosas,
egoístas ou que magoem.

Abre, sim, meu ser a tudo o que é bom.

Que meu espírito seja repleto
somente de bênçãos
para que as derrame por onde eu passar.

Senhor, a meus amigos que lêem esta mensagem,
enche-os de sabedoria, paz e amor.
E que nossa amizade dure para sempre
em nossos corações.

Enche-me, também, de bondade e alegria,
para que todas as pessoas
que eu encontrar no meu caminho
possam descobrir em mim um pouquinho de Ti.

Dá-nos um ano feliz,
e ensina-nos a repartir felicidade.